15 de jul de 2011

Transição Planetária: Uma Construção Eterna (I)

A tempos, a Doutrina dos Espíritos vem revelando a humanidade sobre a chamada transição planetária. Esclarecem os benfeitores dos planos evoluídos que ao contrário dos ensinamentos da teologia tradicional, esse processo é mais uma fase na evolução da Terra, e não o fim de tudo.

Os luzeiros ensinam-nos ainda que a mudança vibracional dos Planetas faz parte de todos os planos habitados, está presente em todos os Sistemas Solares, Planetas, Galáxias, Constelações, Nebulosas, e etc.

No Evangelho Segundo o Espiritismo, em seu Capítulo III, os espíritos vêm nos mostrar que a afirmação do Cristo quando nos disse “Ha muitas moradas na casa de meu Pai”, é em suma a comprovação de que todos os planos são habitados, e que estes planos evoluem de tempos em tempos. Neste ínterim, cabe mencionar que a Terra, como construção divina, também não poderia ficar de fora desta transformação evolucionista.

“Do ensino dado pelos Espíritos, resulta que muito diferentes umas das outras são as condições dos mundos, quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade de seus habitantes[1]...”
 
Apesar das diferenças morais dos Planos habitados, nas criações Divinas tudo é voltado para uma evolução, todos os processos seguem para um caminho que leva a luz. Como nós, Seres criados simples e ignorantes, e que evoluímos por meio de nossas reencarnações, os planos assim também o fazem, não reencarnando, mas mudando sua faixa vibracional.

Mas e as criaturas que ali habitam os planos em mudança? Nos diz o Espiritismo que seguirão juntamente com este plano em virtude de suas conquistas morais, ou encaminhar-se-ão por afinidade para planos inferiores, não como condenação Divina, pois a mesma não existe, mas sim para entrar novamente em esferas condizente com seu tônus vibratório, e dali, reiniciarem sua jornada.
A passagem da Terra de plano de provas e expiações para regeneração como visto até o presente momento, segue seu curso, resta saber se nós, seus habitantes estamos utilizando nossas reencarnações para evoluir juntamente com o Orbe. O espiritismo nós diz que a mudança moral depende do livre-arbítrio, que por sua vez sofre suas mudanças de acordo com o esclarecimento do espírito durante seus reencarnes.

Nosso merecimento em habitar planos superiores depende daquilo que fazemos de nossas vidas. Cabendo ai o questionamento: Como estamos utilizando nossas reencarnações? A construção é nossa. Vai de nós mesmos viver uma próxima existência num plano de expiações, ou laborar em esferas mais harmônicas, afinal, as transições são construções Cósmicas, que jamais deixam de cessar.



Jivago Dias Amboni/voluntário Circulo da Luz – Criciúma/SC



[1] Evangelho Espírita, Cáp. III, item 3, (grifo nosso).

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